Paper Doll

Como todas as pessoas do mundo, eu sou contraditória.

Ao mesmo tempo em que quero viver uma vida mais simples e talvez até com sol (outro dia tive um estranho desejo de praia), que fico pensando nessa sociedade porca e consumista, babo com símbolos do que há de hiper norte-americano e capitalista no mundo. É assim com meu amor pela Disney (eu sei que como empresa aquilo ali fede) e com aqueles clássicos de Hollywood, sobretudo musicais. Eu adoro. A-DO-RO.

E então aparece um convite para um evento no qual o traje (opcional, mas para mim o possibilidade de fantasia é obrigação) era anos 1940. Challenge accepted. Enquanto algumas décadas são facilmente lembradas, outras ficam no esquecimento e são um verdadeiro desafio. O que diabos seria uma vestimenta dessa época e como eu poderia reproduzir isso?

Caí dura pra trás ao vislumbrar a possibilidade de fazer o cabelo da Veronica Lake.

Ultimate diva

Ultimate diva

Pra você ver. Eu sou a personificação do low maintanance quando o assunto é cabelo (e mais um monte de coisas), mas fico mucho loca com a ideia de poder me vestir/enfeitar desse jeito. Claro, dado minha falta de habilidades nem foi possível ser fina desse jeito, mas o ato de escarafunchar a internet em busca de roupas e cabelos fazíveis (significa “possível de ser feito” de acordo com o Novíssimo Dicionário Olévea) me fez mudar a opinião completamente sobre os anos 1940. Aquilo ali foi a década das divas. Diva clássica mesmo.

Porque logo depois a coisa foi ficando mais simples. Parece que tudo foi se tornando cada vez mais de massa, nada personalizado. Faz sentido se a gente pensar no american way of life que era a possibilidade de todos (pelo menos na teoria) terem acesso ao mesmo estilo de vida, aos mesmos produtos. Nos anos de guerra e nos que logo sucederam, era necessária aquela elegância no aparentemente mais simples possível, com menos tecido, botões, zíperes, seda…

Anos 1940

Anos 1940

As roupas só ficam bem em quem aderiu à magreza da época, provavelmente inescapável devido ao racionamento de comida. É interessante pensar como vão se pensando em alternativas, pois se aparentemente a feminilidade normalmente expressa pelas roupas e forma do corpo estava ameaçada, alargar os ombros e marcar a cintura, por exemplo, foram maneiras de acentuar o corpo feminino. Agora, os cabelos é que são um mistério pra mim. Não sei se é porque eu sou totalmente uma zero a esquerda quando o assunto é penteados (minhas mãos não servem para esse minucioso trabalho e meu temperamento nunca foi caracterizado pela paciência), mas a demora para cachear meus cabelo naquele estilo ali foi tanta que fico pensando se essas mulheres passavam horas todas as manhãs nesse ritual todo. Tendo a pensar que a culpa é da minha zerolice mesmo.

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Pastel

Atenção: este post é sobre cabelos. Cores. Coisas superficiais. You have been warned.

***

Desde que vi Kelly Osbourne assim meu coração começou a se agitar e meu cérebro se empenhou na tarefa árdua de repensar cores de cabelo.

Cabelo cinza com lilás é possível.

Cabelo cinza com lilás é possível.

Primeiro é preciso um momento pra gente se recompor, porque a última lembrança que eu tinha dela era algo assim:

Não que ela fosse feia, mas...

Não que ela fosse feia, mas…

***

Desde que era pré-adolescente tenho um desejo não realizado de cabelos coloridos. Na virada para os anos 2000, no entanto, cabelo colorido era uma coisa de clubber, esse grupo em extinção. Era também meio mal visto no nosso lindo país conservador, associado a dorgas, mano. Sem contar que a internet, ainda engatinhando, não continha lá tantas informações como hoje, sobre onde conseguir tintas e, sobretudo, como diabos pintar o cabelo. Eu me virava com o que tinha: uma espécie de rímel azul que eu passava em mechas, deixando aquele aspecto sujo, duro e tosco tão característico da idade e terror dos pais.

Mas as coisas passam. Eu ainda tentei ser ruiva (olha só que coisa), mas dado meu cabelo super escuro nada pegava direito e depois eu ficava com um cabelo ressecado e com cor de queimado. Deixei pra lá.

Aí de repente eu começo a ver um monte de cabelos assim:

Pastel. Pastel pra todos os lados!

Pastel. Pastel pra todos os lados!

E meu antigo desejo voltou e decidiu ligar pro salão.

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The Book Report (03.2013)

Inesperadamente, um mês de muitas leituras (e menos facebook – é possível!). Recomendo muito o Kazuo Ishiguro ali. Ele é mágico.

Wuthering Heights, de Emily Brontë

Wuthering Heights

A

Fahrenheit 451, de Ray Bradbury

Fahrenheit 451

A

The Remains of the Day, de Kazuo Ishiguro

The Remains of the Day

A

A Invenção de Morel,  de Adolfo Bioy Casares

A Invenção de Morel

A

Saphirblau (Die Edelstein Trilogie #2), de Kerstin Gier

Saphirblau

A

The Silver Linings Playbook, de Matthew Quick

The Silver Linings Playbook

A

Hinter verzauberten Fenstern, de Cornelia Funke

Hinter verzauberten Fenstern

 
A

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Tumblr: quase zerando a internet

Chega um certo momento em que tudo cansa.

Outro dia vi um artigo sobre como adolescentes não curtem mais o Facebook. Claro que isso não quer dizer que o Facebook está correndo o mesmo risco que o Orkut visto seu alcance muito maior, mas ainda assim, fiquei curiosa com a outra plataforma: o Tumblr.

Até então eu nunca tinha me interessado por ele. Pra mim não passava de um blog de imagens, e que graça tem isso? Quero dizer, existem uns legais, com seleções muito incríveis (ver Dads are the original hipsters e Awesome people hanging out together) ou mesmo com GIFs colocados em situações engraçadas (Como eu me sinto quando). Fora isso, no entanto, não entendia o porque de passar tempo no Tumblr, como navegar nele da mesma maneira que se navega no Youtube, e muito menos porque me cadastrar nele. Como leitora de blogs, por exemplo, eu não preciso me cadastrar em qualquer tipo de serviço (seja WordPress, Blogger e por aí vai) para poder comentar e criar um diálogo.

Aí é que entra a parte interessante do Tumblr: além de criar seu conteúdo você pode “reblogar” um post de outra pessoa qualquer, adicionando seu comentário (e mantendo a origem, ou mesmo todo o caminho que esse post fez até chegar em você, com todos os comentários) e criando dessa forma também uma espécie de rede. Claro, a não ser que você tenha algum assunto específico sobre o qual queira discutir, talvez não haja tanta graça, mas no meu caso específico, procurando por bibliotecários, arquivistas e gente da ciência da informação em geral descobri todo tipo de coisa, desde posts brincalhões até discussões mais sérias sobre os problemas atuais do ramo.

Duvido que adolescentes estejam usando essa rede social com o mesmo propósito e desconfio que a predominância deve ser mesmo de gifs de qualquer coisa que esteja na moda entre menores de 17 anos, séries e animais fofos, mas ainda assim é interessante pescar essas possibilidades que o Tumblr traz.

Além disso, há o fato de se poder ter quantas identidades você quiser. Enquanto o Facebook cada vez mais fecha o cerco em torno daqueles com perfis falsos e parece se debruçar sobre o propósito de extinguir a anonimidade no mundo virtual, o Tumblr permite que você crie um sem número de blogs com a mesma conta sem nunca revelar seu nome de usuário original ou quais outros blogs você tem dentro do serviço. Isso é especialmente interessante se pensamos que somos multifacetados: posso gostar de várias coisas muito distintas entre si e fazer um blog para cada uma delas, criando redes diferentes de acordo com meu gosto (afinal de contas é bem difícil encontrar pessoas que se interessem igualmente por todas as coisas que me agradam).

Para adultos talvez seja um pouco mais difícil admitir essa variedade (fomos pressionados durante algum tempo a definir nossa vida, prioridades… E somos geralmente definidos pelo nosso trabalho), mas para jovens que ainda têm a licença para experimentar de tudo antes de encontrarem seu lugar na sociedade, essa pluralidade é permitida – e aproveitada.

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I’m on the top of the world looking down on creation #5

Desde que o Mineirão foi reinaugurado ele é assunto. Não tem água, não tem comida, tudo é caro, a administração é péssima, nenhum funcionário sabe de coisa alguma, futebol já deixou de ser popular com esses preços absurdos. Mas o que me interessou mesmo foram os shows. Porque desde a reinauguração tem boatos sobre tudo quanto é coisa e, melhor de tudo, eles estão se tornando verdade. O primeiro a fazer música ali dentro foi Elton John, Paul Chato McCartney já tem data confirmada (e aparentemente desta vez BH será sua única parada no Brasil) e por um momento tivemos rumores até de The Who por aqui. Não parece que eles vão chegar exatamente por aqui, mas pelo menos ao Brasil os caras devem vir, o que já foi o suficiente pra me deixar muy eufórica e escutar sem parar o álbum Quadrophenia, que nesta turnê está sendo tocado na íntegra juntamente com outras músicas. Já me imagino cantando loucamente “teenage wastelaaaaaaannnnd”.

– The Real Me (The Who)

Vou admitir que eu basicamente sempre fiquei no Who’s Next e um pouco menos no My Generation, porque se eles tivessem feito só isso já estava suficiente. Aí comecei a ouvir o QuadropheniaA verdade é que apesar de tudo o que dizem do Pete Townshend (porque ele diz abertamente que eles são melhores que o Led Zeppelin), em certa medida eu concordo com ele: eles foram injustiçados. Embora seja uma banda grande e de renome, enquanto TODO mundo conhece Led, The Who já me parece ser um nome mais restrito ao mundo das pessoas que realmente se interessam por música, especialmente rock. Ou pelo menos é o que me parece ser por aqui, porque na verdade nos EUA e Reino Unido parece que eles recebem lá seus créditos. E voltando à comparação com Led (que acho injusta, afinal são coisas bem diferentes), se tem uma coisa que eu prefiro no The Who é a habilidade de fazer letras muito mais profundas quanto a sentimentos e a maneira genial do Roger Daltrey de cantar essas coisas. Porque o que eu escuto é um cara que realmente quer dizer aquilo ali.

– Yesterday (The Beatles)

Eu detesto o Paul. Já falei isso, tem um post inteiramente dedicado ao assunto. Mas o cara escreveu a primeira música dos Beatles que eu escutei e foi tipo: bam! – já era, a partir daí sempre tentava escutar mais da banda. Era uma música bonita, calma, com letras interessantes – e uma das primeiras coisas que eu aprendi a tocar no violão.

– Goodbye Yellow Brick Road (Elton John)

Eu acho que já disse isso por aqui várias vezes, mas eu tenho uma relação especial com essa música. Eu me lembro de escutar ela sempre em casa, especialmente sábados pela manhã, lá pela época em que eu tinha uns 4 anos, quando meu pai colocava uma fita cassete com a seleção mais variada do universo – e lá no meio, entre músicas francesas e latinas, estava esta. Nunca soube de quem era, nem me interessava, é verdade. Até que um dia, remexendo nas fitas, uns bons 15 anos depois, encontrei essa e comecei a escutar e me fixei em “Goodbye Yellow Brick Road”. Só fui saber que era do Elton John algum tempo depois.

Quando o piano tocou essa introdução no show eu gritei. Ao meu redor eu fui a única que reconheci – ou era a única tão empolgada com essa música. É engraçado como as memórias da infância são as que permanecem com tanta força e nos tocam tanto, que lembramos de uma forma tão feliz e tão triste ao mesmo tempo.

Chorei de soluçar.

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It’s a little bit funny

“Lá vêm os asiáticos com suas câmeras. Eles não aproveitam as férias, só tiram foto.”

***

Não sei bem como foi quando a fotografia foi inventada e popularizada, mas a verdade é que o advento da câmera digital causou uma real mudança na maneira não só como tiramos fotos e porque as tiramos, mas também como nos relacionamos com o produto final, ou seja, a imagem.

Em uma era na qual o papel parece ter seus dias de absoluto domínio contados, é a tela – seja do computador, tablet ou smartphone – que se apresenta hoje como aquilo que nos apresenta as mais variadas experiências, vídeos e fotos inclusive. E se antes você visitava seu amigo ou familiar para ver as fotos da última viagem, agora temos a internet, que te entrega a foto remotamente, seja de maneira pessoal através de um email, ou simplesmente sendo compartilhada no Facebook diretamente para um grupo maior e variável de pessoas.

O filme não é mais desperdiçável (visto que ele nem mesmo existe) e os cartões de memória adquirem cada vez mais capacidade de armazenamento. É possível registrar de tudo, guardar tudo, ver e rever, mostrar, marcar gente, marcar lugar, criar registros cada vez mais detalhados e freqüentes sobre a nossa vida: o que vesti naquele dia, onde fui, com quem, o que comi, bebi, o começo do dia, a tarde, a noite, o gato de rua. Tudo multiplicado, porque é raro que a foto perfeita saia na primeira tentativa.

Porque quem é que quer deixar registrado esse tipo de pose?

Porque quem é que quer deixar registrado esse tipo de pose?

De repente, browseando a internet, a gente pensa: “por que diabos estou vendo esta foto?”. Não que eu tenha me deparado com nenhuma foto particularmente incômoda. Aliás, é justamente isso: o que tem aquela foto ou aquele evento de especial? Por que ele merece uma foto que deve ser não somente uma recordação pessoal, entre aqueles que participaram do momento ou que são próximos de quem ali estava, mas que deve ser colocada para toda uma rede ampla de pessoas para ser vista?

Viagens, shows… Você levanta a cabeça, olha pra frente, pra cima, e tem o real acontecendo ao seu redor, o lugar que você está (que na maioria das vezes você pagou caro para estar), mas os olhos estão na tela: a tela do check-in do Facebook, para avisar para os amigos – mas principalmente para os inimigos – onde você está; a tela da câmera com seus ajustes de zoom, flash, cores e filtros para registrar aquele momento que você nunca viveu, porque você nunca realmente viu a olhos nus aquela cena, pelo menos não sem já pensar que aquilo daria uma boa foto.

Ontem, em um show, fiquei observando o cara que estava na minha frente. (Veja bem, era impossível não observá-lo porque a) ele estava BEM na minha frente, b) ele era gigante, estilo Tropeço da Família Addams e c) porque o cara não parava de estender os braços para todos os lados com o telefone feat. câmera dele.) Sem contar os 30 a 40% do show que ele não estava presente porque tinha ido buscar tacinhas de champagne pra gangue dele, ele deve ter realmente olhado pro palco menos de um terço do tempo que estava ali. O resto era gasto olhando pra trás pra admirar o estádio, conversando e principalmente interagindo com o próprio celular.

Não eram lugares baratos (não para os meus padrões de qualquer forma), não era um show que acontece todo dia. Por que eu gastaria o tempo único daquela experiência me preocupando com o ângulo e o flash? Ou publicando na internet o que estou fazendo, onde estou?

***

Outro dia li que há uma luz no fim do túnel. Algumas pessoas já se cansaram do oversharing, de acompanhar passo a passo vidas de pessoas que nem tão próximas são, de saber de cada evento e cada pensamento do outro e que o futuro das redes sociais pode desembocar em outros cantos, priorizando mensagens pessoais ao invés daquelas direcionadas a todos e a ninguém. Talvez a tentação tenha sido muito grande. De início a idéia de compartilhar algo sem nenhuma importância específica, completamente banal e trivial, parecia ser interessante, afinal de contas dava espaço para a criatividade. Fico pensando se as pessoas não começaram de repente a transformar aquilo em obrigação de informar do passo a passo ao invés de simplesmente publicar um pensamento aleatório engraçado, diferente.

E as fotos seguem o mesmo caminho, agora com a opção de editar diretamente de seu celular e transformar a foto automaticamente num polaroid de 1985.

É interessante pensar na quantidade de fotos e vídeos armazenados e quantas vezes eles são acessados. Será que a pessoa que queria tanto registrar aquilo tudo vai um dia sentar sozinha (ou com quem quer que estivesse acompanhando) para ver aquilo tudo? Eu tendo a pensar que aqueles dados vão se perder pela internet depois de uns 20 “likes”. E assim a foto terá cumprido o seu papel.

***

Eu tirei fotos também, fiz um vídeo. Não sou contra esse tipo de coisa, só não gosto do excesso. Dito isso, curti todo o resto do show e durante minhas músicas preferidas eu não estava nem pensando em câmeras – estava muito ocupada balançando os braços e o esqueleto. Também me ocupei chorando, afinal de contas era o Elton John.

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I’m on the top of the world looking down on creation #4

Como o carro muda nossa rotina, não é? E mais do que isso, interfere em vários hábitos nossos. Por exemplo, antes eu passava muito tempo em ônibus, o que me dava oportunidade para ler e escutar muita música, mas agora, com menos tempo envolvido nos transportes, sobra menos espaço para tais coisas. Não que eu esteja reclamando, veja bem – é só que eu ainda não aprendi a lidar com essa nova organização. Sem mais delongas, as três músicas mais ouvidas da semana:

– Je sais, je vais (Baden Baden)

Essa é mais uma das músicas que me sinto culpada de gostar – não por motivos de natureza hipsterística (como foi o caso dos Lumineers), mas porque eu gosto puramente pela melodia, instrumentos e o que envolve o sonoro mesmo, mas nada, absolutamente nada do meu gostar tem a ver com o que essa música diz. Porque eu não entendo francês. De qualquer maneira, esse vídeo aí – que na verdade contém duas canções, a segunda sendo em inglês – foi tocado algumas várias vezes.

PS: E esse nome mega alemão numa banda francesa, hein?

– Baba O’reilly (The Who)

É até injusto colocar esses clássicos em listas como esta, porque a verdade é que eles são sempre ouvidos – é por isso que são clássicos. “Baba O’reilly” deve ser uma das músicas que eu mais ouvi na vida, eu sempre fico super eufórica quando aquele teclado começa e penso que esses caras são gênios de verdade por conseguir provocar nas pessoas umas sensações fora do comum ao escutar esse álbum todo. Essa semana me deparei de novo com uma notinha que falava da possibilidade mesmo de shows do The Who no Brasil, até em Belo Horizonte, o que foi suficiente para ficar com vontade de escutar de novo, várias vezes, e gritar “teenage wastelaaaaaaaaaannndd!!!”.

– Tiny Dancer (Elton John)

Vai se aproximando o show…. Mas essa música sempre vai me lembrar esse filme e a época em que eu vi “Quase Famosos” pela primeira vez.

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