Don’t you get me wrong

Até Jesus (Christ Superstar) ouviu isso. (E dessa vez não é a minha velha piadinha com o nome do *ahaam!* Senhor – essa frase está realmente numa canção do musical.) A frase implica, no entanto, que você inevitavelmente vai ouvir algo que não quer, pois vem acompanhada do odioso “mas”: “Não me leve a mal, mas…”.

Eu poderia discorrer longamente sobre a crueldade do “mas”, mas (ops, lá vem ele!) não estou com vontade de ficar filosofando. Bem, desta vez o uso dele nem foi cruel, visto que eu não suponho que muitas pessoas (do número reduzido de habitantes do planeta Terra – ou não – que lêem este blog) estejam realmente interessadas na idéia por trás do “mas” a ponto de se sentirem mal pelo fato de eu não prolongar a discussão, o que acaba com o fator crueldade nesta particular situação.

Mas (!) e se alguém quisesse saber a minha opinião sobre o assunto? Bem, então eu me empertigaria, feliz da vida por algum ser levar em consideração o que eu falo, e diria: … Bem, eu não sei exatamente o que diria, mas (!!) tenho certeza que assumiria alguma posição radical – ou não.

E à você que usa o “mas” a torto e a direito: don’t you get me wrong, mas (!!!) você está apenas fugindo da sinceridade. E don’t you get mw wrong: eu também não sou fã da sinceridade escancarada.

*Ao som de Carly Smithson – Superstar

E vocês ficam com a canção título do meu post:

Musical:

E a versão que eu escuto sem parar e não me sai da cabeça (sim, eu tenho visto muito American Idol):

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