Another Girl

É incrível como as pessoas mudam. Há uns muitos anos atrás eu era uma menininha muito empolgada com comemorações, festividades… E dessa maneira amava o Natal. A decoração, a preparação, pensar em presentes – para dar e especulando o que poderia ganhar -, encontrar com muita gente da família que às vezes só se via uma vez por ano, brincar com primos…

Mas aí a gente cresce. E as coisas perdem a graça mesmo.

Neste ano nem senti o final chegando, nem percebi que já estamos no Natal e a coisa toda me parece um dia comum. Sei que está sendo assim particularmente neste ano para várias pessoas, embora não saiba dizer porque.

E aqui na madrugada me lembrei de quando eu realmente me importava com tudo isso – e me lembrei do que me fazia pensar na data, entrar no clima.

Meus dois preferidos:

“Um Conto de Natal”, da Disney (1983)

A animação completa pode ser encontrada no YouTube em HD:

 

“Esqueceram de Mim” (1990)

Pena que não encontrei a parte do entregador de pizza dublado em português. Porque não interessa: “Esqueceram de Mim” tem que ser visto dublado, do jeito que a gente viu a infância toda.

Merece ainda uma menção honrosa o antigo “A Felicidade Não Se Compra” (1946), de Frank Capra. Um clássico.

 

*Ao som de “Oh, What a Merry Christmas Day”, abertura de “Um Conto de Natal”

 

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3 Comentários

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3 Respostas para “Another Girl

  1. Sim… parece que o natal perdeu a graça, pelo menos para mim, principalmente que desde pequeno que deixei de ser cristão e não vejo mais muito sentido. E minha família cada vez mais fragmentada, cada um em um canto. Depois da ceia sai com os amigos, acabei de voltar, não fiquei muito tempo, senti meio um vazio de um natal estranho.

    Não se falou em momento em nenhum no natal, apenas se escutava de strokes, ac/dc, the verve, no pub, é o que lembro… será que as pessoas vão ficando assim?

  2. e nossa
    eu vi a felicidade não se compra

    agora que me toquei
    já pensei em alguma fase da minha vida, de como seria a vida dos outros se não tivesse existido, mas achei essa ideia meio emo e deixei de lado, hehehehehe.

    Achei o louco o anjo que não tem muito poder, querendo ganhar uma promoção

  3. Olivia

    Bem, eu também não sou religiosa, mas não acho que o Natal passe exclusivamente por esta questão, tanto que os filmes que citei que me deixavam mais no espírito da época nem tocam em nada de nascimento de Jesus. A coisa é a magia que a gente só vê mesmo quando é criança. Eu escrevia carta pro Papai Noel, colocava num envelope endereçado ao Polo Norte e ia nos Correios, jogar minha cartinha na caixa da correspondência internacional. Eu gostava de cantar musiquinhas, de enfeitar a casa e esperava as comidas que a gente só come no Natal. Essas coisas vão embora com a infância…

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