Oh give us some figgy pudding

Ao contrário do ano passado, quando nem percebi o mês de dezembro passar, neste ano resolvi eu mesma criar todo o clima de Natal. Pra mim isso significa ver todos os filmes que sempre foram referência na minha infância. Sim, porque eu tive uma daquelas infâncias cheias de Papai Noel, cartinhas, músicas, desenhos animados… Enfim, eu sempre curti tudo isso. Assim, resolvi que faria uma…

Maratona de filmes de Natal!

(Parte 1)

Comecei listando todos os filmes legais dos quais eu me lembrava e procurando pela internet outros considerados clássicos mas que eu nunca havia visto. O primeiro da lista, aparentemente tido como um clássico, foi “A Christmas Story” (1982), que conta a saga de uma criança desesperada para ganhar de presente um rifle de brinquedo. Se você já acreditou em Papai Noel e já ficou esperando ansioso pra ver o que estaria embrulhado em seu nome debaixo da árvore, então é fácil se identificar com o menino. Claro, eu nunca cheguei aos extremos dele, mas ainda assim, o mundo sob o ponto de vista de uma criança é no mínimo bonito e engraçado (e sincero).

Em seguida parti para outro da lista que na verdade nunca tinha pensado em assistir, visto que é com um dos atores que eu menos gosto do universo, Will Ferrel (sem contar com “Stranger Than Fiction”, que deve ser um dos roteiros mais legais por aí). Eu nunca fui fã do estilo palhaço de humor (tirando Jim Carrey, mas ele é outra coisa), mas até que este tem seu lugar em “Elf” (2003), que é sobre um elfo da fábrica do Papai Noel que descobre ser na verdade adotado – e humano. Vai então em busca de seu verdadeiro pai em NY, mas tem que enfrentar as pessoas que não acreditam no Natal e no espírito natalino.

Engraçado, aliás, como os filmes sobre Natal sempre revolvem em torno deste tema: acreditar. Eu juro que fico tocada, porque acho mesmo que as pessoas são muito práticas na maioria das vezes, fazem o óbvio e tal. Mas não deixa de ser curioso a retomada constante no “acreditar”. É justamente o tema de “Miracle on 34th Street” (1994), que é um remake do filme de 1947 (o qual aqui aguarda ansioso para ser visto). Nele, uma menininha precoce não acredita em Papai Noel, mas é surpreendida pelo novo contratado pela loja de departamentos na qual sua mãe trabalha, que parece muito com o real Papai Noel. E aí tem toda a trama que gira em torno de ter fé e por aí vai. Se querem saber, eu acho uma gracinha! E é engraçado porque me lembro de ir pequenininha ainda assistir a este mesmo filme no cinema, na época do Natal, no Rio, com dois primos meus. Acredito que foi no Natal que ganhei meu Super Nintendo (e este episódio, aliás, merece um post solo).

To be continued…

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2 Comentários

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2 Respostas para “Oh give us some figgy pudding

  1. Haha que animaçao com o Natal, Olévia!
    Olha eu odeio natal, odeio papai noel e essas coisas mais.. Mas o ultimo filme que vc falou me lembrou uma historia de pobre que aconteceu comigo (bom isso foi um pouco pleunàstico pq todas as minhas historias sao historias de pobre!!). Minha mae tinha cota num clube pra funcionàrios (nao lembro se era soh pra professores, enfim), e era um clube longe de bh e tinha uns apês a disposiçao da galera, mas obviamente às vezes a oferta era bastante inferior à demanda. E dai num fim-de-ano qualquer da minha juventude teve um sorteio pra ver quem ia ter o privilégio de disfrutar daquelas belissimas instalaçoes NOT. Eu fui com minha mae, como eu era (!) pequena, todo mundo “ai que gracinha deixa ela tirar os numeros do sorteio”. Dai todos os 9999 numeros que eu tirei, nada de ser o da minha mae. No ultimo, eu jogo a toalha e um senhorzinho A CARA DO PAPAI NOEL sorteia o numero… da minha mae!!!! Eu nao lembro se eu ainda acreditava em papai noel ou se eu jah disconfiava, mas lembro que fiquei olhando pra cara dele que nem boba e ele me disse “presente de natal!”. Hahaha!

    • Olivia

      Que léndo! Super presente de Papai Noel no estilo de Milagre na Rua 34, mesmo!
      Mas eu curto natal nem sei bem porque, acho que é mais a preparação do que o dia em si, que costuma ser beeeem sem graça – tirando a parte das comidas, claro!

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