Something like Olivia

…ou Porque eu relaciono de alguma maneira que só eu consigo realmente entender John Mayer e Norah Jones (da série E o Kiko?).

***

Esses dois não têm nada a ver, é verdade, mas talvez a minha trajetória com cada um e a maneira a qual escuto cada um os torna, de algum modo, próximos.

Antes de parar para ouvir cada um, sempre achei os dois no estilo de música mosca morta, do tipo que só pessoas que não são muy locas por música escutam, do tipo que toca em novela, do tipo música trilha sonora e que não chama para si os holofotes. Vale lembrar que a primeira vez que ouvi falar dos dois foi numa época em que eu era bem extremista no assunto e achava que todo o mundo era “farofa” e só eu e mais um seleto grupo de pessoas no mundo ouviam algo realmente bom. É claro que eu era adolescente.

Aí, não me lembro muito bem como nem porque, eu comprei o álbum recém lançado da Norah Jones pelo Pirate Bay, The Fall. E não pulei nenhuma faixa. É o tipo de música que eu escuto realmente prestando atenção. Não que eu não preste atenção nas outras músicas, mas talvez as outras sejam mais empolgantes de uma maneira facilmente “curtível” em grupo, enquanto a Norah Jones eu gosto de ouvir sozinha. É outro momento. Sem contar que ela tem umas letras muito boas. Eu gosto particularmente de Man of the Hour:

It’s him or me, that’s what he said
But I can’t choose between a vegan and a pot head
So I chose you, because you’re sweet
And you give me lots of lovin’ and you eat meat

Escrita para o cachorro dela.

Já o John Mayer… Esse aí eu conheço de algumas músicas há… uma década? Mas somente na última semana, ao saber que ele tem uma música com meu nome (YES!) fui lá na minha record store mais próxima, Pirate Bay, para comprar a discografia. Eu não chego a gostar tanto da música dele quanto da Norah Jones, mas a cara dele compensa. Além disso ele é muso instrumental, e todos sabemos que a habilidade musical tem um efeito devastador nos corações – ou pelo menos no meu.

Mas de qualquer maneira, é algo que a primeira vista não parece ser nada inovador, não vai tirar seu chão, não vai mudar o cenário musical, mas é simplesmente bem feito, é bonito. Ou pelo menos eu acho (difícil ser categórica quando falando de música, porque afinal de contas cai na questão do gosto).

Eu não entendo de teoria musical. Vamos ser sinceros: eu não entendo de música. Mas os dois me parecem ser do tipo de compositores que, embora sutilmente, saem um pouco do óbvio.

Mas o principal mesmo é que o John Mayer é muito simpático e abraçável e compôs uma música com meu nome. Yes.

*Ao som de John Mayer – Something Like Olivia

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