Pastel

Atenção: este post é sobre cabelos. Cores. Coisas superficiais. You have been warned.

***

Desde que vi Kelly Osbourne assim meu coração começou a se agitar e meu cérebro se empenhou na tarefa árdua de repensar cores de cabelo.

Cabelo cinza com lilás é possível.

Cabelo cinza com lilás é possível.

Primeiro é preciso um momento pra gente se recompor, porque a última lembrança que eu tinha dela era algo assim:

Não que ela fosse feia, mas...

Não que ela fosse feia, mas…

***

Desde que era pré-adolescente tenho um desejo não realizado de cabelos coloridos. Na virada para os anos 2000, no entanto, cabelo colorido era uma coisa de clubber, esse grupo em extinção. Era também meio mal visto no nosso lindo país conservador, associado a dorgas, mano. Sem contar que a internet, ainda engatinhando, não continha lá tantas informações como hoje, sobre onde conseguir tintas e, sobretudo, como diabos pintar o cabelo. Eu me virava com o que tinha: uma espécie de rímel azul que eu passava em mechas, deixando aquele aspecto sujo, duro e tosco tão característico da idade e terror dos pais.

Mas as coisas passam. Eu ainda tentei ser ruiva (olha só que coisa), mas dado meu cabelo super escuro nada pegava direito e depois eu ficava com um cabelo ressecado e com cor de queimado. Deixei pra lá.

Aí de repente eu começo a ver um monte de cabelos assim:

Pastel. Pastel pra todos os lados!

Pastel. Pastel pra todos os lados!

E meu antigo desejo voltou e decidiu ligar pro salão.

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