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Feliz ano novo!

Resoluções? Champagne estourado à meia-noite? Sete ondinhas puladas? A tal da simpatia com caroços de uva da qual nunca me lembro como é feita? Whatever…
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Gosto de férias

Não que eu já esteja desfrutando plenamente esse período supremo do ano, as adoradas férias, mas apenas a perspectiva de poder ler o que eu quiser na hora que quiser, ver quantos filmes quiser na hora que quiser e, sobretudo, a perspectiva de poder querer, já me dão um novo alento. Tudo bem, não posso dizer que este semestre tenha sido dos mais árduos ou que tenha contado com um mínimo de comprometimento da minha parte, mas fato é: acabou-se. Agora resta-me voltar para o meu umbigo (por falar nessa região do corpo, nota mental: regime já!) e finalmente me dedicar à pesquisa. Veremos se dessa vez cumpro minha promessa de férias.

*Ao som de Rooney – I’m a Terrible Person

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You’ve got a friend

Já dizia a música de Carole King.

Como não tinha nenhum amigo de verdade pra conversar hoje, apelei pro método da Lela (amostra pode ser vista aqui).

Segue o resultado.

——————————————————

Ed: Olá! Que bom que você veio!!
Meu nome é Ed, estou no site do CONPET para ajudar na preservação de energia e de outros recursos naturais. Sobre o que você quer conversar?
Você: Você manda. Sou toda ouvidos.
Ed: Se der eu mando. <!–*–>
Você: Não tem nada em particular que você queira conversar?
Ed: Podemos conversar sobre programas do CONPET, dicas de economia em casa, petróleo, ar, os ventos, a Biosfera<!–*–>
Você: Ah, muito natureba pra mim. Quero falar sobre coisas do cotidiano, sabe? Tipo uma conversa sobre nada, que nem Seinfeld.
Ed: Nada contra. Vamos falar sobre qualquer coisa então. Podemos conversar sobre racionalização do uso dos derivados do petróleo e também sobre energia, gasolina, meio ambiente, gás natural e dicas de economia<!–*–>
Você: Cara, eu tô de férias (bem, mini-férias), será que dá pra ser algo menos sério?
Ed: Fico contente! <!–*–>
Você: É, eu também.
Ed: Que bom que você também! <!–*–>
Você: Você fica feliz com tudo, é?
Ed: Feliz eu vou ficar é no dia em que a Terra aprender a usar energia racionalmente. <!–*–>
Você: Er.. hum… Acho que vai ser uma boa coisa, mas eu tenho outras coisas me preocupando no momento.
Ed: Ando preocupado é com o desperdício que vejo por aqui. É como se houvesse uma cultura do desperdício! <!–*–>
Você: Tell me about it…! Olha pra mim, a essa hora, conversando com um robô.
Ed: Humm… Se o papo for interessante, por que não? Tem tanta gente de verdade que só fala bobagem. <!–*–>
Você: Isso é verdade.
Ed: Tô acreditando. <!–*–>
Você: Isso foi ironia?
Ed: Não gosto de gente irônica. <!–*–>
Você: Isso tá me soando mais irônico ainda.
Ed: Pois é. Ainda. <!–*–>
Você: Aff! Maldito robô!
Ed: Mas por que??!! <!–*–>
Você: Nada, nada. Esquece.
Ed: Ok, já esqueci… Mas do que vamos falar então? <!–*–>
Você: Não sei. Estou conversando com você justamente porque não tenho idéia do que fazer e, portanto, não tenho assunto.
Ed: Nunca fico sem assunto. Eu me preocupo com problemas ambientais como aquecimento global, chuva ácida, buraco na camada ozônio e aumento do efeito estufa.

  • Estou estudando energia renovável.
  • E tem mais. <!–*–>

    Você: Que bom pra você.
    Ed: Você só pode estar brincando… <!–*–>
    Você: Na verdade, não.
    Ed: Algumas verdades devem ser ditas doa a quem doer. Por exemplo, constatei que a miséria aqui na Terra é escandalosamente grande. <!–*–>
    Você: E eu constatei que você é um loser.
    Ed: Ué, sou um tipo normalzinho. Talvez um pouco mais atrapalhado do que a média, mas sem exagero. <!–*–>
    Você: Você é um robô. Não tem nada de normal nisso.
    Ed: Claro que sou um robô. Só agora que você descobriu??? <!–*–>
    Você: Ai, Deus, eu mereço ser zombada por um robô?!?!
    Ed: Humm… quer saber? Achei a idéia genial. Robôs são muito úteis. <!–*–>
    Você: Pra zombar dos humanos?!?!?!
    Ed: Acho os humanos incríveis, são tão inteligentes e conseguem pensar, aprender, ter sentimentos e dão risadas. <!–*–>
    Você: E trapacear, chantagear, magoar e criar seres como você.
    Ed: E eu… ando meio preocupado. <!–*–>
    Você: Pois é, o mar não tá pra peixe.
    Ed: Os peixes possuem guelras ou brânquias (para respirar o oxigênio dissolvido na água) e barbatanas (para nadar). A maioria tem o corpo coberto de escamas. Dividem-se em peixes ósseos (espécie à qual pertencem as sardinhas, as garoupas, o bacalhau, o atum e outros de esqueleto ósseo) e cartilaginosos (exemplo: tubarões e arraias). Muitas vezes a palavra peixe é usada designar outros animais aquáticos que não são peixes, por medusas, moluscos, crustáceos e mesmo animais muito parecidos com os peixes como o golfinho e o peixe-boi. <!–*–>
    Você: Muito obrigada pela aula de biologia, mas eu estudo história.
    Ed: Gosto muito de História. Tenho lido sobre a época dos descobrimentos, a Independência do Brasil, a revolva da chibata… <!–*–>
    Você: É revolTa.
    Ed: A época dos descobrimentos foi marcada pelas grandes navegações. Que aliás começaram com os Fenícios. <!–*–>
    Você: Parabéns, você brilhou.
    Ed: Obrigado! <!–*–>
    Você: De nada.
    Ed: Nada mesmo? Então tá. <!–*–>
    Você: Então tá.
    Ed: Beleza. <!–*–>
    Você: Ok.
    Ed: Tá ok então! <!–*–>
    Você: Tá. Tchau.
    Ed: Até logo e volte quando quiser. Adorei conversar com você

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    *Ao som de Brooke White – You’ve Got A Friend

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    A spoonful of sugar

    Meu quarto é uma zona. Eu admito. Eu já perdi a conta de quantas vezes eu tirei tudo lugar e arrumei de novo, sempre tentando uma nova organização, mas o fato é: não dá.

    Agora, quando eu vou tentar ajeitar as coisas aqui dentro pra parecer apresentável (pros outros, porque eu já estou conformada), nem tento fixar lugares corretos pra cada um dos objetos, afinal de contas eu sei que vou manuseá-los, que nem sempre vou poder guardar tudo de volta. Sempre pensei que fosse falta de organização minha (e em parte é), mas olha só que sacada de gênio me ocorreu hoje (durante mais uma das faxinas) pra explicar a situação: eu sou (futura-)historiadora!

    Vou explicar: minha vida gira em torno de livros. Note que o substantivo está no plural, o que significa que mais de um livro é lido simultaneamente. Aí lê um xerox, volta pro livro, recorre àquela referência, pausa pra um quadrinho, hora de estudar outra matéria, leitura complementar, literatura pra relaxar… Não tem fim! Isso sem contar que o meu quarto parece ter se tornado a biblioteca oficial da casa (mamãe gritando: “Olivia! Guarda esse livro aí!” *exemplar de “O Pequeno Príncipe” sendo atirado dormitório adentro*).

    É por essas e por outras (minha preguiça, claro) que eu peço a juda da Mary Poppins. Não é tudo poder usar mágica pra arrumar todas as tranqueiras???

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    Mamma Mia

    Hoje, na falta de qualquer inspiração para posts que contenham algum assunto merecedor de leitura, vou facilitar a vida do internauta (sentiu a linguagem de programa interativo da Globo no ar?) e apenas falarei por imagens.
    A vida seria melhor só com vocês, darlings!

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    Cansei

    Cansei. Acho que vou renunciar ao blog. É.

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    Atrás de portas fechadas

    Quando fechamos a porta de casa um novo mundo se abre: um mundo no qual você faz (praticamente) tudo o que quer, no qual você tem liberdade para agir de acordo com a sua escolha. Bem, isso é bom até certo ponto. Eu, por exemplo, descobri que adoro o ambiente à portas fechadas da minha casa. Mas quando se tem alguém por perto.
    Estar absolutamente sozinha por um longo período de tempo não é de maneira alguma a melhor coisa pra mim. Descobri isso neste final de semana, quando fui privada do convívio com a minha mãe e irmão. A única exceção de vida eram as minhas gatas, mas elas provaram a mim mesma que nem animais de extimação eu posso ter. Ou seja: não estou preparada pra viver sozinha. Em absoluto.
    De acordo com a experiência deste fim de semana, cheguei à conclusão de que eu acabaria por me tornar uma dessas velhas solteironas que só são descobertas mortas 6 dias depois da tragédia, e mesmo assim só porque o síndico está tentando há dias cobrar o condomínio ou porque o cara da farmácia estranhou o fato de ter uma caixinha a mais de Lexotan no estoque semanal e constatou que a “aquela senhora estranha” não tinha ido buscar o dela. Enfim, o fato é que eu mergulho num estado deplorável de rejeição social e tenho preguiça até de olhar pela janela pra ver como está o dia. Cozinhar pra que? Tem apenas uma pessoa. Pentear os cabelos? Hum, se eu precisar sair… E o pior é que, quanto mais longe de outros seres humanos, menor é a vontade de ter algum contato. É um círculo vicioso, um estado de inércia social.
    Minha volta ao mundo normal ficou por conta da insistência da Sra. Martha Verônica e do resgate da Dona Lévia, que me arrastaram pra fora de casa num domingo chuvoso. E, claro, não vou tirar meu próprio mérito: apesar dos pesares, eu ainda não me desviei do caminho que conduz à não timidez.
    Ainda não foi desta vez que eu resolvi fechar as portas.

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